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8 coisas que você precisa saber sobre dashboard

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Vi recentemente em uma viagem, uma propaganda muito inteligente no assento do avião que dizia assim: seu mais novo concorrente não existe essa manhã. Essa frase usada no slogan de um Big4 me fez refletir o quanto eles estão certos. Em um cenário onde o número de concorrentes cresce todos os dias, a informação que auxilia na tomada de decisão do consumidor nunca foi tão importante

 

As informações necessárias para escolher o melhor caminho e ter segurança das ações estratégicas, precisa ser simples e estar acessível, pois é com elas que as organizações se tornarão mais inovadoras e produtivas, são elas que também vão colaborar na redução de custos e em tirar a atenção de projetos que só drenam a energia.

 

O desafio começa na hora de escolher como organizar estas informaçôes, afinal são dados que não tem mais fim e chegam por softwares de informação como ERPs, CRMs e PPMs, por e-mail, redes sociais, feeds, mídias convencionais, newsletter, apps etc.

 

Neste ponto o bicho pega e é ai que entra a função dos dashboards, são eles que vão te ajudar a dar atenção a aquilo que é mais importante, consolidar informações secundárias e te ajudar a responder: Estamos na direção certa? Estamos batendo nossas metas?

 

É neste ponto que a grande maioria dos executivos e profissionais de gestão estratégica não conseguem priorizar o que é realmente importante para sua organização.

 

Por isso separamos 8 coisas que você pode ter perdido sobre Dashboard. Se você está nesse momento trabalhando em um projeto de construção de Bussiness Inteligence não continue antes de ler esse artigo.

 

#1 Dashboard e Balanced Scorecard não são a mesma coisa

 

Uma confusão comum para que está começando no mundo do Business Intelligence é achar que BSC e dashboard são sinomimos. Errado. A grande diferença entre os dois, é que um dashboard, funciona como o velocímetro do seu carro, ele mostra o estado em um determinado momento. Já um scorecard, por outro lado, mostra a evolução ao longo do tempo para objetivos específicos.

 

Projetos do dashboard e scorecard são cada vez mais convergentes. Por exemplo, alguns dashboards da área comercial também incluem a capacidade de acompanhar o progresso em direção a um objetivo. Um produto que combina elementos de ambos os dashboards e scorecards é por vezes referido como um dashbord de avaliação.

 

Agora, antes avançar com a construção do dashboard da sua empresa, vale a pena lembrar que a função dele é compartilhar informações com um grupo especifico de usuários com ansejos e necessidades específicas. Por exemplo, um gerente de portfólio que precisa acompanhar a evolução dos projetos de sua carteira de investimento. Se ele não tiver acesso a informações realmente relevantes, gera o risco dele investir energia em coisas que no fim das contas tem valor para o negócio – apesar da maioria dos painéis de controle exiberem KPIs, essas métricas precisam ser relevantes para cada público dentro da empresa.

 

#2 Bonito não é o objetivo, a comunicação é o objetivo

 

Não é sobre o quão bonito é o painel, com seus gráficos de pizza, barras ou animações, é sobre sua capacidade de se comunicar de forma rápida e clara a informação certa na hora certa e da melhor forma possível! Desta forma tomada de decisão se torna mais rápida e baseada em fatos relevantes. Em suma: Bonito não é o objetivo, a comunicação é o objetivo.

 

#3 Em todo lugar e a qualquer hora

 

Se não é possível ter acesso a informações em tempo real, como uma empresa vai estar apta agarrar uma oportunidade ou evitar uma crise? Como você pode compartilhar idéias e despertar conversas com outros decisores envolvidos de forma rápida e imediata? A resposta é simples, tudo está e deve estar online, do seu software de gestão de projetos ao seu sistema de RH. O trabalho fica mais rápido, inteligente e conveniente. A mesma coisa vale par ao dashboard, eles precisam estar disponível online.

 

#4 Varias abas não é uma boa opção. Tudo deve estar em uma só tela

 

Todos os relatórios e informações relevantes devem ser exibidos em uma única tela, sempre que possível, ao fazê-lo, ele deve permitir analisar os dados de forma mais rápida e com maior facilidade de compreensão.

 

O cérebro humano tem mais capacidade de visualizar todas as fontes de informação inter-relacionados em conjunto, desta forma, é possível entender a importância e significado global de um conjunto de informação com maior precisão. Ele também permite comparações mais fáceis e rápidas entre os diferentes tipos de gráficos, bem como a identificação de tendências e relações dentro do conjunto de dados global, levando a uma percepção mais profunda. Um painel que é mais longo do que o comprimento de uma tela, e requer o deslocamento, é menos eficaz. Isso ocorre porque o cérebro é capaz de armazenar apenas uma pequena quantidade de informação na memória de curto prazo.

 

#5 Comece com uma imagem grande, sem esquecer dos detalhe

 

As informações devem ser apresentadas em uma série de relatórios de resumo de alto nível que rapidamente fornecem uma visão geral do que está acontecendo em um ambiente organizacional, que permitem aos usuários se aprofundar em detalhes subseqüente para diagnosticar por que algo ocorreu e revelar sua origem.

 

#6 Assegurar o alinhamento natural e ordem lógica de gráficos

 

Um estudo recente descobriu que layouts de página web que as pessoas compreendem de forma rápida. A pesquisa encontrou evidências que os usuários experientes da Internet têm formado respostas automáticas de atenção e padrões de busca baseados em normas da página web ou design de interface web. Portanto, como hoje em dia quase qualquer destinatário de um painel BI seria classificado como um “usuário de Internet experiente”, a posição das informações dentro de um painel de controle deve estar em conformidade com as normas previstas de layout de página web para auxiliar a compreensão da informação.

 

Por exemplo, todos os menus devem ser deixados, ajustadando sempre que possível, guias adicionais devem ser posicionados na parte superior do painel de instrumentos, e se o deslocamento é necessário, em seguida, os usuários devem se deslocar para cima e para baixo, em vez de através da tela.

 

Além disso, os gráficos dentro do painel devem ser ordenados de uma forma que permite o consumo mais rápido w fácil das informações. Por exemplo, o posicionamento de uma série de cinco relatórios sobre um painel, onde o significado da primeira não pode ser plenamente compreendido até que o usuário tenha lido o quarto, acarreta em má compreensão da informação como um todo.

 

#7 Personalização é a chave

 

Os relatórios e visualizações associados devem ser personalizados para atender às necessidades e demandas específicas do destinatário (individual ou grupo) relevante para o papel funcional dessa entidade para a organização, para apoiar a tomada de decisões adequadas e oportunas de cada unidade. Não seria muito útil permitir a equipe de marketing saber sobre as iniciativas de RH, certo?

 

#8 Efetivamente destacar as informações mais importantes

 

Painéis de boas práticas devem ser concebidas de modo a chamar a atenção dos usuários para OS PONTOS MAIS RELEVANTES (viu como seu olho parou na frase) da informação dentro de um dashboard. Para conseguir isso, você deve evitar:

 

Desordenar o painel com tipos de gráficos visualmente gratuitos que resultam em um assalto sobre os olhos, e, portanto, falta de destacar / elevar um único ponto (s) de importância acima de outros dados exibidos.

 

O sucesso vem da Base

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Será possível economizar 30 mil euros apenas observando dados e instigando mudança de comportamentos? Sim, é possível. Principalmente quando se é apaixonado por tecnologias.

Muito se ouve falar de como a tecnologia pode trazer benéficos organizacionais, mas quando o conhecimento de área de negócios interage de maneira efetiva com as habilidades de análise de dados, o que essas tecnologias podem fazer pela economia de uma empresa é surpreendente e, infelizmente, muitas vezes subestimado.

Como profissional de Data Analyses e Bussiness Inteligence, minha atuação em projetos sempre esteve relacionada não só com a percepção destes gaps como também na conscientização corporativa a respeito de novas propostas que cubram essas falhas.

Vivi a na prática um destes casos ao observar uma base de dados de custos, com um índice de gastos repetitivos devido a uma grande tendência de comportamentos errôneo por falta de uma comunicação eficaz, ficou claro uma grande oportunidade de ganho real, resolvi atuar com um treinamento básico comparando ganhos e perdas em um cenário real de comparações.

 A ação se mostrou extremamente importante e trouxe mudança estruturais de comportamento, gerando como resultado um ganho de 30 mil/ano.

Torcemos para que esta contenção seja aplicada em desenvolvimento tecnológico, gerando habilidades de análise de dados não somente voltadas para otimizações econômicas, como também para criação de soluções inovadoras, que dêem subsídios para uma tomada de decisão rápida e assertiva, automatizando processos e até mesmo criando novos produtos e serviços. Quando se é apaixonado por tecnologias o resultado leva para um caminho: o SUCESSO.